martes, 9 de abril de 2013

El reclamito carnal



Me dejaste doliendo los ojos
el amanecer, la cama
la carne del poema
los pies de la mañana.
Me dejaste claro el pacto
de desamor, de mundo y sumideros.
Me dejaste hablando por los dedos
tontito condenado. G.M.

1 comentario:

  1. Amar é uma palavra morta, uma palavra dupla, uma palavra incerta. mas amar é um sentimento forte, não exatamente se ama somente a pessoa em uma pessoa, eu não sei sei se amo Graciela como pessoa, não a conheço e eu deveria ter a certeza de não ama-la, ou pelo menos nem duvidar, mas eu amo a pessoa que Graciela deixa escapar por entre palavras, por ente silêncios poéticos, ou pelo tão proclamado amado Deus. Que Deus de verdade ama Graciela?
    Graciela reforça em mim perguntas e poucas respostas, eu não penso em amor entre pessoas que resulta em desejo de ver, conhecer, não, eu amo ler Graciela, e se eu um dia encontra-la, nenhuma diferença vai acontecer, ou mesmo alguma outra realidade se impor, Graciela faz parte de uma realidade, onde pessoas se respeitam e nem se sabem como são, acabei ouvindo a música do filho e adorei.
    Eu devo confessar, eu amo a escrita de Graciela, e não exatamente uma ou outra poesia, mas antes a forma dela escrever, o estilo de ser Graciela quando junta palavras.
    E por que falar de Graciela, não sei, talvez seja o vinho, ou talvez seja a vida e quando penso na vida, penso um pouco nas palavras escritas por Malagrida.
    E se penso ainda respiro, ainda escrevo, ainda sonho, ainda faço mal.
    Bjos
    R.B.Santana

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